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César Cielo

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César Augusto Cielo Filho  é Nadador. Campeão olímpico dos 50 metros livre nas Olimpíadas de Pequim em 2008, campeão e recordista mundial dos 100m livre e campeão mundial dos 50m livre em Roma, em 2009. Ganhou três medalhas de ouro e uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no RJ.

 

Recordista mundial dos 50 e 100m livres em piscina olímpica, também detêm os recordes brasileiro e sul-americano nos 4x100m livres e 4x100m medley em piscina olímpica, dos revezamentos 4x50m livres em piscina curta (25m) e longa (50m), e dos 4x200m livres em piscina curta. Medalha de ouro nos 50m e 100m livre do Grand Prix de Missouri/EUA, em 2008.

 

Cielo morou, estudou e treinou na cidade de Auburn, nos EUA, na Universidade de Auburn. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009. Eleito melhor atleta ibero-americano de 2009 e melhor atleta da década pela revista Sport Life.

 

Paralelo à sua carreira no esporte, Cielo também é empresário, agendador de outros atletas e administra desde dezembro de 2010 um restaurante chamado Original da Granja, localizado em São Paulo, que lhe garante patrocínios.

 

Em 2011, Cielo anunciou a criação do P.R.O. 16: Projeto Rumo ao Ouro em 2016. A iniciativa, idealizada para servir de "Tropa de Elite" da natação brasileira, reuniria, além de Cielo, que estaria à frente do projeto, outros seis nadadores: André Schultz, Leonardo de Deus, Nicholas dos Santos, Henrique Rodrigues, Tales Cerdeira e Vinícius Waked, todos selecionados pelo potencial de medalhas nas Olimpíadas do Rio 2016. A ideia seria preparar os nadadores também para as outras principais competições da categoria nos próximos anos.

 

Em abril de 2012, participando do Troféu Maria Lenk no RJ, o nadador fez a marca de 21s38 na prova dos 50m livre, obtendo a melhor marca do ano e ficando perto da melhor marca da história da prova sem o uso de super trajes, 21s36 de Frédérick Bousquet. Um dia depois, bateu o recorde do continente americano dos 50m borboleta com a marca de 22s76, batendo o recorde anterior de 22s87 de Nicholas Santos.

 

Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, foi à final dos 100m livre, ficando em sexto lugar.

 

Em abril de 2013, Cielo confirmou vaga para o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2013 em Barcelona, na prova dos 50m livre, com a segunda melhor marca do mundo no ano: 21s57.

 

Cielo não participou dos Jogos Pan-Americanos de 2015 em Toronto, no Canadá, visando o Campeonato Mundial. No Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2015, em Kazan, o Brasil terminou em quarto lugar no 4x100m livre, em um revezamento composto por Bruno Fratus, Marcelo Chierighini, Matheus Santana e João de Lucca. Cielo não nadou na final. Apesar de ser um participante do campeonato, ele estava sofrendo com dor no ombro. Segundo o médico da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Gustavo Magliocca, Cielo apresentou uma inflamação do tendão supraespinhal. A lesão é considerada comum nos atletas, e estava sendo tratada com fisioterapia. Devido ao problema, nos 50m borboleta, Cielo lutou nas eliminatórias e nas semifinais, mas terminou na sexta colocação na final. Em agosto, teve que abandonar a competição devido ao aumento de sua lesão.

 

Em abril de 2016, no Troféu Maria Lenk, realizado no RJ, Cielo não conseguiu se classificar para as Olimpíadas de 2016. Nos 100m livres, nadou 48s97 nas eliminatórias e optou por não participar da final. Assim, terminou com a sétima posição no Brasil e ficou oficialmente fora do 4x100m. Nos 50m livres, Cielo venceu as eliminatórias com 21s99, ficando temporariamente com a segunda vaga do Brasil. No entanto, na final, Ítalo Duarte terminou em segundo, com o tempo de 21s82. Cielo terminou em terceiro, com o tempo de 21s91. As vagas olímpicas do Brasil ficaram com Bruno Fratus e Ítalo Duarte.

 

No Mundial de Esportes Aquáticos de 2017, em Budapeste, no revezamento 4x100m livres, a equipe brasileira composta por Cielo, Bruno Fratus, Marcelo Chierighini e Gabriel Santos alcançou um resultado histórico ao conquistar a medalha de prata, o melhor resultado brasileiro de todos os tempos no Campeonato Mundial. O Brasil bateu o recorde Sul-americano de 2009, ainda na era dos super-trajes, com um tempo de 3m10s34, apenas 0,28s atrás da equipe dos EUA. A última medalha do Brasil nesta prova, no Mundial, havia sido obtida em 1994. Ele também terminou em 8º nos 50m livres.

 

No Campeonato Mundial de Piscina Curta de 2018, em Hangzhou, China, Cielo conquistou a medalha de bronze nos 4x100m livre, com um tempo de 3m05s15, estabelecendo novo recorde sul-americano, se tornando o atleta brasileiro com mais medalhas em Campeonatos Mundiais em qualquer esporte, superando Robert Scheidt (18 medalhas, contra 17 do velejador).

 

Temas das Palestras

 

* Competitividade;

* Esportes;

* Liderança;

* Motivação;

* Saúde.

 

02/2020


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