Avelin Buniacá Kambiwá é Mulher Indígena do povo Kambiwá, Doutora Honoris causa em Ancestralidade e Espiritualidade Indígena, Mestra em Estudos da Ocupação pela UFMG e Socióloga pela Universidade Metodista de São Paulo. É Terapeuta Comunitária e Integrativa, com formação Internacional em Terapia Transpessoal, estudante de Psicologia analítica , criou a Etnoterapia Memória Viva. Atua como, facilitadora de processos terapêuticos, Artista‑Educadora, Ritualista e pPalestrante, criando a arte Palavra‑Medicina como caminho de educação antirracista, Espiritualidade Indígena e Proteção da Mãe Terra.
É Autora de textos como o artigo científico “Transformações Indígenas na Agenda Feminista: uma Luta em Construção nas Américas”, o capítulo “Mulheres que Correm como Onças: Mulheres Indígenas, Ancestralidade Sagrada e Poder”, o ensaio político “Crise, Democracia e a Esquerda do século XXI: Um Olhar da Mulher Indígena” e o texto “Pequeno Guia Antirracista Indígena”, publicado no Livro Nacional “Rios de Palavras”.
Como Palestrante, já participou de eventos em instituições como UFMG, PUC Minas, Dom Helder, IFMG, Unesp, UniBH, Una e OAB‑MG, abordando temas como povos Indígenas e Direitos Humanos, demarcação de Terras, Saúde, Gênero e Etnia, Diversidade Cultural e Leis Discriminatórias, bem viver e Mudanças Climáticas, além de mesas e colóquios sobre Mulheres Indígenas nas universidades. Também foi conferencista no III Congresso Latino‑Americano de Direito, Memória, Democracia e Crimes de Lesa Humanidade e em fóruns e seminários Nacionais sobre diversidade, direitos humanos e lutas indígenas.
No campo cultural, levou a luta Indígena a grandes eventos como Rock in Rio, Virada Sustentável BH, CineOP Ouro Preto, Festival Internacional de Teatro de BH, Festival IMuNe, Festival Sensacional, Pisada de Caboclo e projetos como “Pakaçara – BH é Terra Indígena” e “Histórias da Floresta” (SESI), entre outras iniciativas de arte, educação e espiritualidade indígena. É fundadora do Comitê Indígena Mineiro, idealizadora da Expo Abya Yala e presidenta do Instituto Mani – Rede de Mulheres Indígenas, desenvolvendo metodologias decoloniais sobre Bem Viver, corpo‑território, letramento racial indígena, direitos humanos, mudanças climáticas e saúde integral dos povos originários.
Tema das Palestras
* Bem Viver e Territorialidades Indígenas;
* Direitos Humanos e Mediação de Conflitos;
* Diversidade Cultural e Leis Discriminatórias;
* Educação Indígena nas Escolas Não-Indígenas;
* Letramento Racial;
* Memória;
* Mulheres Indígenas e Mudanças Climáticas;
* Sociedades Enraizadas no Futuro.
26.05.at