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Verônica Hipólito

Verônica Hipólito

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Verônica Hipólito é Atleta Paralímpica. Conquistou as medalhas de prata e bronze nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, no Rio de Janeiro, representando o país nas provas de 100m e 400m na classe T38. Também foi campeã mundial nos 200m rasos e vice-campeã mundial nos 100m rasos no Campeonato Mundial de Para-Atletismo Lyon 2013. Conquistou três medalhas de ouro e uma de prata nos Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, e três medalhas de prata nos Jogos Parapan-Americanos de 2019, em Lima. Ainda possui diversos títulos e recordes brasileiros e sul-americanos das classes T38 e T37.

 

A busca pela qualidade de vida foi um dos motivos que levou Verônica ao atletismo. Seus pais sempre a incentivaram a prática esportiva para que ela começasse a interagir mais, já que era muito tímida. Começou no esporte aos 10 anos no judô, só que uma cirurgia na cabeça para retirar um tumor no cérebro, com 13 anos, a impediu de continuar nos tatames. Em 2011, aos 14 anos, sofreu um AVC que paralisou todo o lado direito do seu corpo. Passou a praticar o Atletismo como forma de reabilitação para voltar a andar.

 

Em 2012, Verônica começou a competir, e já em 2013 ganhou seu primeiro campeonato mundial adulto, com 17 anos, passando a ser chamada de Garota Prodígio. No início de 2013, descobriu que o tumor na cabeça havia voltado, e decidiu, juntamente aos médicos, começar um tratamento com remédios. Em 2015, após descobrir que tinha uma anemia forte e fazer tratamentos para repor o ferro, descobriu que tinha uma síndrome rara, chamada Polipose Adenomatosa Familiar, nas vésperas do Jogos Parapan-americanos de Toronto e do campeonato mundial. Mesmo com o diagnóstico, participou dos Jogos, conquistando três medalhas de ouro e uma de prata, se tornando a maior e mais nova medalhista dos Jogos Parapan-americanos. Após os jogos, realizou um procedimento cirúrgico para remover 90% do intestino grosso, voltando a treinar somente em fevereiro de 2016.


Por causa do tumor no cérebro, Verônica seguiu tratamento com forte medicação e mesmo assim conseguiu participar os Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, no Rio, onde conquistou uma medalha de prata e outra de bronze. Durante os Jogos, realizou diversas participações em programas do SporTV, se tornando uma figura conhecida do público.


No início de 2017, foi submetida a uma nova cirurgia no cérebro para a retirada de um tumor. Depois de quatro meses, voltou aos treinos e retomou a carreira de alto rendimento. Em 2018, precisou fazer uma nova cirurgia para remoção de tumores no intestino grosso, retirando 90% do orgão e no final do ano retomou os treinamentos. Dessa vez, a recuperação foi mais lenta e complicada, e Verônica enfrentou diversos problemas, como uma pneumonia e ganho de peso devido à forte medicação. Só voltou a competir novamente um ano após a cirurgia.

 

Em 2019, antes de voltar a competir oficialmente, precisou passar por novo processo de qualificação funcional. Devido a uma menor mobilidade do seu lado direito do corpo, foi reclassifica à T37, classe destinada a atletas com um comprometimento físico um pouco maior do que sua classe anterior. Já em sua segunda competição na classe T37, fez o tempo de 14s44, batendo o recorde brasileiro da classe.


Mesmo com poucos meses de treino após a última cirurgia, Verônica conquistou tempos significativos e foi convocada para participar dos Jogos Parapan-Americanos de 2019, em Lima. Apesar de ainda estar longe de sua forma ideal, surpreendeu a todos e conseguiu conquistar três medalhas de prata, nos 100m e 200m da classe T37 e revezamento universal 4x100m.

 

Temas das Palestras

 

* Esportes;

* Motivação;

* Superação de Desafios / Mudanças.

 

01/2020


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