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Pedro Doria

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Pedro Doria é Jornalista e Escritor. Sua coluna sobre vida digital já passou pelos 3 principais jornais do país. Começou na Folha, em 2004, e hoje é publicada tanto n'O Globo como no Estadão. Por ela, venceu em 2015 o Prêmio Comunique-se de Melhor Jornalista de Tecnologia Brasileiro, e o Prêmio Especialistas, na mesma categoria.

 

É cofundador do Canal Meio, empreendimento digital de jornalismo, junto com o empreendedor Vitor Conceição. Foi editor executivo do jornal O Globo (onde ainda é colunista) e autor das editoras Nova Fronteira, Ediouro, entre outras. É editor-chefe de conteúdos digitais do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Viveu por 2 períodos no Vale do Silício: entre 1989 e 1990 e entre 2008 e 2009. Foi Knight Latin American Fellow na Universidade de Stanford (Califórnia) e Peter Jennings Fellow no National Constitution Center (Filadélfia).

 

Em 2012, liderou n'O Globo a equipe que venceu o Prêmio ESSO de Melhor Contribuição à Imprensa. É autor de 7 livros. Manual para a Internet (Revan, 1995) foi o primeiro publicado no Brasil sobre a rede. O livro mais recente é 'Tenentes: A Guerra Civil Brasileira', sobre o movimento revolucionário dos anos 1920 nascido dentro do Exército brasileiro. É um período central da história, embora passe batido naquelas aulas do colégio. O movimento precipitou o fim da República Velha e implementou a ideologia que terminaria, várias décadas depois, no Regime Militar inaugurado em 1964.


Seus livros mais recentes centram em história. 1565, Enquanto o Brasil Nascia (Nova Fronteira, 2012) trata do período em que o sudeste brasileiro se formou, centrado no Rio e em SP. 1789 (Nova Fronteira, 2014) reconstrói em detalhes a Minas setecentista e a Inconfidência Mineira. Eu gosto de uma coisa errada (Ediouro, 2006) reúne uma série de reportagens escritas para o NoMínimo e a Folha com temas que transitam pelo encontro entre nudez, sexo e vida digital. Faz parte da coleção o primeiro perfil de Bruna Surfistinha, a jovem garota de programa cuja vida virou filme.


Iniciou a carreira como colunista da revista Macworld Brasil, em 1994. Trabalhou na TV Globo, n'O Dia, nos sites NO. e NoMínimo e no Estado de S. Paulo, onde chegou a Editor-Chefe de Conteúdos Digitais. N'O Globo, foi também Editor-Executivo.


Entre 2002 e 2009, escreveu um premiado blog sobre política internacional. Inter é a outra área à qual se dedicou como editor em NO. e NoMínimo e, posteriormente, como editor-assistente no caderno Aliás, do Estadão. Recebeu o Prêmio Caixa de Reportagem Social, o Bobs, da rede alemã Deutsche Welle, e o Best Blogs Brazil na categoria Política.

 

Tema da Palestra


Mas o que, afinal, está acontecendo com o mundo?

 

Ao longo da carreira, Pedro Doria dirigiu algumas das principais redações do país. Acompanha as transformações impostas pelo digital há 25 anos. Em paralelo, especializou-se também na história do Brasil. Com um pé no futuro e outro no passado, suas palestras incorporam ainda a experiência com política brasileira e internacional para traçar um panorama do momento atual. Fala, habitualmente, sobre transformações tecnológicas, impacto e uso de redes sociais, impacto político da rede, jornalismo e, naturalmente, sobre a história de como o Brasil chegou até aqui. Nos últimos anos, Pedro vem contando esta história em palestras com dois enfoques distintos.

 

Para ambientes corporativos: É difícil planejar para o futuro quando o mundo parece ter mergulhado em desordem. O digital tem de fato balançado a política, obrigado indústrias inteiras a se reinventar. Mas é possível explicar de onde vêm as mudanças e como impactam cada setor. O futuro não dá para prever, mas com este pacote de informações analíticas essenciais para compreender o presente, o futuro fica menos assustador e deixa muitas pistas.

 

Para o público geral: Afinal, tecnologia vicia? Estamos com o rosto colado em telas o tempo todo — como é tumultuada a vida digital, cheia de mensagens, alertas, memes, notícias que precisamos saber, vídeos imperdíveis. Estamos todos nos sentindo sufocados. Quais as estratégias para lidar com o digital, aproveitando no que é útil, mas sem permitir que nos domine a vida? Este equilíbrio é fundamental para uma vida saudável no século 21.

 

02/2020


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