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Chico Pinheiro

Chico Pinheiro

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Criado em Minas Gerais, chegou a estudar engenharia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG), mas abandonou o curso no quarto ano. Formou-se em jornalismo pela mesma universidade em 1976.


Começou a trabalhar no Diário de Minas, como estagiário, em 1971, primeiro na editoria Geral, depois na de Esportes.


Chico Pinheiro começou a trabalhar na Globo no final de 1977, no cargo de chefe de reportagem. Em 1980, obteve uma bolsa de estudos na Universidade de Navarra e, em seguida, mudou-se para a Espanha. De volta à Globo no ano seguinte, foi repórter do Jornal Nacional em Belo Horizonte. Dois anos depois, voltou a deixar a emissora, dessa vez para ser professor de jornalismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


Ainda na década de 1980, trabalhou na Quilombo, produtora que cuidava da carreira artística do compositor Milton Nascimento, prestando serviços de assessoria de imprensa, e editou o jornal Trem Azul. Também foi chefe de gabinete do secretário de Saúde do Governo de Minas Gerais e comandou um programa de debates na TV Minas, chamado Alta Tensão.


No final de 1989, transferiu-se para São Paulo, contratado pela TV Bandeirantes. Inicialmente, editou e apresentou diariamente o programa Canal Livre, então de perfil comunitário, além de fazer comentários políticos no telejornal local noturno da emissora.


Em 1992, coordenou a cobertura da segunda visita do Papa João Paulo II ao Brasil. No mesmo ano, recebeu um prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) pela cobertura do impeachment de Fernando Collor. Ainda na Bandeirantes, foi âncora do Jornal da Noite (1992-1993), do Jornal de Domingo (1993) e do Jornal da Bandeirantes (1993-1995).


Em 1995, Chico Pinheiro assumiu o cargo de diretor de jornalismo da TV Record e âncora do Jornal da Record, principal telejornal da emissora. Logo em seguida, em 1996, transferiu-se para a Rádio CBN, ocupando o cargo de apresentador do Jornal da CBN. Permaneceu na rádio até 1997.


Antes disso, ainda em 1996, Chico Pinheiro foi convidado a retornar à Globo, agora nos postos de apresentador do Bom Dia São Paulo e editor do Bom Dia Brasil. Desde então, passou a apresentar também, eventualmente, o Jornal Nacional e o Jornal da Globo. Em 1997, voltou a ganhar um prêmio da APCA, agora na categoria de melhor apresentador, por seu trabalho no Bom Dia São Paulo.


Chico Pinheiro começou a apresentar o telejornal local SPTV, na Globo, e o programa Espaço Aberto, na Globo News, em 1998. No Espaço Aberto, entrevistou grandes nomes da música popular brasileira, como Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Dona Ivone Lara e Milton Nascimento, além de atores como Walmor Chagas e Nathalia Timberg. Em 2007, o programa foi reformulado e ganhou novo nome, Sarau. Em 2013, o programa ganhou uma nova versão, o Sarau Itinerante, quando o apresentador percorre diferentes cidades brasileiras para mostrar o trabalho de artistas locais. Na estreia, o Sarau Itinerante homenageou o manguebeat, ritmo desenvolvido em Pernambuco.


Chico Pinheiro faz parte do conselho do Instituto São Paulo contra a Violência, do Instituto Ayrton Senna e do Centro de Voluntariado de São Paulo. Por sua atuação social, recebeu o Prêmio PNBE Cidadania 2000, distinção normalmente concedida a instituições e não a pessoas físicas. Em 2001, por sua atuação no SPTV, recebeu o título de Jornalista Amigo da Criança, concedido pela Agência de Notícias dos Direitos da Criança (Andi).


O jornalista permaneceu durante 13 anos no SPTV - 1ª Edição.  Em setembro de 2011, passou a dividir a bancada do Bom Dia Brasil com Renata Vasconcellos. Ele entrou no lugar de Renato Machado, que, depois de apresentar o telejornal durante 15 anos, assumiu o posto de comentarista de notícias internacionais em Londres.


Chico Pinheiro e Renata Vasconcellos também fazem reportagens sobre cultura, comportamento, educação e meio ambiente. Como a matéria "Quintal do Zeca Pagodinho" feita com o cantor e compositor na casa dele em Xerém, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.


De 2003 a 2009, Chico Pinheiro narrou, ao lado de Renata Ceribelli, o desfile das escolas de samba de São Paulo. Em 2010 e em 2011, participou da transmissão dos desfiles do Rio de Janeiro e de São Paulo, recebendo convidados e interagindo com os comentaristas da Rede Globo. Em 2012, comandou em São Paulo o Estúdio Globeleza, mostrando os melhores momentos, os destaques de cada escola e a participação dos telespectadores, também com a ajuda de comentaristas.


Chico Pinheiro participa da equipe que escolhe os "Parceiros do RJ", projeto do jornalismo que seleciona jovens moradores de comunidades para contarem histórias das regiões onde vivem, usando suas próprias linguagens. São duplas de jovens que usam câmera e microfone para mostrar as realidades vividas, levando seus pontos de vista para todos os cariocas. Cada dupla é supervisionada por um jornalista da Globo.


Apresenta o desfile das escolas de samba de São Paulo.


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