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István Wessel

István Wessel

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István Wessel atua no comércio de carnes há 43 anos.


O reconhecimento de sua  marca ao longo das últimas décadas foi tamanho que, atualmente, o comerciante distribui seus produtos em 40 pontos de varejo do estado de São Paulo.


Se tornou referência com o desenvolvimento de cortes especiais de carnes, um talento herdado do pai e que lhe rendeu fama no segmento gastronômico.


Hoje, além de acompanhar diariamente o funcionamento de sua casa de carnes, situada na região central da cidade de São Paulo, ele é comentarista da Rádio Bandnews e atua como articulista, colaborando com diversos jornais e revistas da imprensa brasileira.


Também escreveu cinco livros e constantemente é solicitado para ministrar aulas sobre cortes de carnes nos cursos de culinária da cidade. Bem-sucedido num negócio que já dura cinco gerações, é por muitos apontado como um afortunado empresário, mas, quando questionado sobre sua profissão, define-se açougueiro.


Ao atender os exigentes clientes estrangeiros, a família Wessel apostava no refinamento. E não tardou para o açougue de bairro se transformar numa luxuosa casa de carnes. Em 1975, a família abriu uma butique de carnes na Avenida Faria Lima, uma das regiões mais nobres da cidade, onde permanece até hoje.


O orgulho com que Wessel fala do que faz é incomum no Brasil, mas nos Estados Unidos os açougueiros estão virando celebridades. Lá, eles participam de programas de televisão, mantêm sites e blogs cada vez mais acessados e já contam com seguidores no Twitter.


No Brasil os açougueiros permanecem anônimos, e qualquer pessoa que esteja sem emprego pode começar a trabalhar na atividade.


Gosta de ensinar e só escolhe como funcionários pessoas que não tenham nenhuma experiência na atividade. No início de carreira, um profissional inexperiente recebe cerca de 600 reais por mês; conforme ele ganha conhecimentos na área, seu salário cresce gradualmente, até alcançar 1.500 reais. Para uma profissão que é pouco valorizada no Brasil, o resultado é bom, mas, se comparado ao glamour dos Estados Unidos, onde chefs renomados estão trocando sua função pela de açougueiro, o Brasil ainda tem um longo trajeto rumo ao reconhecimento desse profissional.


A ideia é valorizar os pequenos pecuaristas e resgatar um ofício quase extinto nas últimas décadas, quando a carne deixou de ser vendida nas lojas de rua para ser comercializada em pedaços nos supermercados.



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