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Hilaine Yaccoub

Hilaine Yaccoub

TEMAS:


Hilaine Yaccoub é Doutora em antropologia do Consumo pela universidade Federal Fluminense (UFF). É uma das mais renomadas antropólogas corporativas em atuação no Brasil.


Fazendo a ponte entre o universo acadêmico e empresarial, circula entre as melhores instituições de ensino nacionais e internacionais, tendo inclusive participado na criação do MBA em estratégias e Ciências do Consumo da ESPM-RJ


Com profundidade e paixão pelo seu ofício, destaca-se pela sua empatia e habilidade de investigar tendências, conceitos, oportunidades e inovações no campo do consumo.


Seu trabalho consiste em chegar o mais fundo possível no assunto investigado, human to human.


A PhD atua como consultora independente, pesquisadora, escritora, colunista, palestrante, além de realizar coaching e mentor-ia individuais ou em grupo.


A antropóloga também desenvolve serviços customizados, como workshops e mentor-ia para empresas que desejam aumentar repertório analítico e conhecimento sobre temas relacionados ao consumo contemporâneo e comportamentos socioculturais.


Participou de várias conferências e eventos entre eles em destaque um dos maiores eventos de Pesquisa, o ESOMAR Latin 2015 em parceria com o Instituto Qualibest e LG no qual teve seu paper premiado e o TEDx Inatel com o tema Antropologia do Consumo na Empresa.



Temas das Palestras


Classe C?  "c" de Correria: O brasileiro médio e a crise econômica


Estamos vivendo uma crise econômica. E para as camadas populares? Como a "arte da viração" se mostra neste momento? Dificuldade é sinal de desespero ou é oportunidade? Precisamos entender mais como o brasileiro comum está se adequando, o que enfrenta, quais os seus dilemas e mais, como reorganizou seu orçamento sob o ponto de vista cultural. Temas como orçamento doméstico, dívidas, lazer, entretenimento, investimento entre outros temas são motes para esse novo olhar.


Consumer Insights: A Antropologia do Consumo aplicada ao mundo corporativo


A Antropologia do consumo investiga as práticas e os sistemas de pensamento do consumidor, peça central na sociedade em que vivemos: a sociedade de consumo. Desafio: Você conhece mesmo a cabeça do seu cliente? Você sabe quais são os seus valores, os seus sonhos e o que mais importa pra ele na hora de escolher um produto e/ou serviço? Você entende a diferença entre necessidade prática e simbólica? O que é básico e supérfluo para ele? Que tal mergulhar e aprender a partir da Antropologia como se apropriar das mensagens e lógicas dos seus clientes? Que tal aprender com elas, as pessoas?


O dom da Empatia: Conceitos e práticas através do olhar antropológico


A empatia é uma habilidade fundamental para os novos tempos. É o elemento vital para criar vínculos, se colocar no lugar do outro, mesmo aquele desconhecido, talvez o seu chefe, o seu cliente ou o seu parceiro de negócios. Precisamos estabelecer vínculos intensos e verdadeiros com as pessoas. A resposta está sempre nelas. Como fazer isso? Como sensibilizar o olhar a partir do entendimento do outro? É o que vamos descobrir, quer tentar?  Negócios  de sucesso se basearam nas necessidades reais das pessoas, é preciso entendê-las antes de qualquer tomada de decisão. Fica o convite.

 

Quando o que é seu é nosso: Economias de Compartilhamento e Consumo Colaborativo


Compartilhamento é um valor baseado em confiança e segurança. É uma prática de uma economia da intimidade, uma espécie de modus operandi que sem notar dividimos aquilo que é meu, ou melhor, é nosso. Não é imposto, não é estritamente comercial, não é modismo, nem solução rápida para o mundo moderno. Colaboração é um estilo de vida.  Precisamos mergulhar no universo do consumo colaborativo e das economias de compartilhamento para compreender que modelo de negócios como Airbnb e Uber não fazem parte dessa lógica. Então o que é? Como transformar o meu negócio? É o que vamos descobrir.


A Antropologia como Contribuição para o Marketing do Espírito Humano


Precisamos entrar numa nova era no campo dos negócios onde pessoas estão no centro do processo. Preço, produto, promoção e praça - os 4 P's precisam ser revistos, é necessário somar um quinto "P" (PESSOAS). Esta nova tendência é voltada para os valores, consumidores são seres humanos com mente, coração e espírito, querem transformação, co criação, buscam satisfação emocional para si e para a sociedade. Como entendê-las? Os consumidores não estão apenas buscando produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades, mas estão buscando experiências e modelos de negócios que toquem seu lado espiritual.  Precisamos compreender como entrar na ERA DO MARKETING DO ESPÍRITO HUMANO.


Consumo Popular:Verdades e Mentiras sobre a chamada "nova classe média"

A existência de uma "nova classe média" se afirma e reproduz a todo instante sem qualquer questionamento, chegando a ser tratado como uma verdade absoluta e uma categoria sedimentada. Não há dúvidas que há uma diferença sim, percebida no modo de vida ou estilo de vida de um determinado grupo que após a política econômica adotada nos anos 90, pôde adquirir certos bens que antes eram acessíveis aos grupos mais abastados. No entanto, sabe-se que para classificar e definir a identidade social de um grupo é necessário analisar sua gênese, suas formas de ser, estilos, modos de consumo, formas de linguagem, comportamento corporal, hábitos, capitais culturais, sociais e simbólicos etc. Precisamos entender que as visões economicistas nem sempre se aplicam à realidade, precisamos entender o que está por traz dos números e aprofundar qualitativamente o que querem dizer. Vamos abrir os armários e a porta da geladeira de inox e entrar na intimidade deste grupo?

O novo luxo: O consumo de experiência na era do capitalismo estético

Hoje em dia, luxo é poder fazer escolhas.  Ter liberdade. Ter tempo. É poder dizer não para muitas coisas, por exemplo, um trabalho chato que você não gosta de fazer. É poder ir ao cinema em uma terça-feira em plena tarde. Luxo é conquista. Luxo é reconhecimento. Luxo é você se cercar daquilo que escolheu. O consumo de experiência está aí para isso e, estamos nós, antropólogos do consumo, focados nesta trajetória de experimentações das pessoas, cada vez mais antenados nas suas motivações, este que prefiro chamar de "luxo simples". Causas sociais, ambientais, fazer o bem, busca do prazer estético do design, o "faça você mesmo" em suas várias formas. transformar a si mesmo, a sua casa e a sua cidade são valores e ações cada vez mais presentes em nosso dia a dia. E para isso estudamos formas de expressão através do consumo, principalmente as mensagens que nossas escolhas e práticas diárias estão revelando. E aí fica a pergunta: Já parou para pensar que você tem muitos luxos e não se dá conta deles?

A nova classe C: Valores culturais e práticas de consumo

Procuro sempre explicar que um grupo tão heterogêneo e complexo não cabe em apenas uma letra. Temos "camadas populares", cada grupo com sua especificidade, formas de expressão sociocultural, hierarquia de valores, prioridades - que podem mudar conforme idade, estado emocional, civil. O estudo dos grupos humanos é complexo. Ainda mais no campo dos gostos e escolhas de consumo. Para as ciências humanas, em particular para a antropologia e sociologia, o consumo é uma prática cultural, uma forma de mediação. Pela aquisição de um bem ou fruição de um serviço, podemos transmitir muitas mensagens. Através das escolhas de compra, podemos entender as relações sociais que os diferentes grupos priorizam, alimentam e reproduzem. Na palestra vamos fazer uma imersão neste grupo tão complexo e heterogêneo chamado de "NOVA"CLASSE C. Quem são? Como são? O que pensam? Como racionalizam custo e benefício? Em muitas esferas apresento dados reais de experiências empíricas com este grupo para compreender melhor suas escolhas, modos de pensar e viver.


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